27 de maio de 2018

Arábia Saudita não permitirá que igrejas sejam construídas


Arábia Saudita não permitirá que igrejas sejam construídas

Nota da organização International Christian Concern: No início do mês, a imprensa egípcia publicou reportagens dizendo que a Arábia Saudita havia concordado em permitir a construção de igrejas católicas no país. Essas reportagens foram amplamente divulgadas na mídia internacional. No entanto, o Vaticano negou que tal acordo tenha sido feito com a Arábia Saudita. O Egito e a Arábia Saudita têm um relacionamento estratégico e ambos têm uma reputação negativa de liberdade religiosa. Na Arábia Saudita, é impossível que alguém pratique abertamente o Cristianismo.
Arábia Saudita (Mohabat News) — Alegações de que a Arábia Saudita concordou com o Vaticano em permitir a construção de igrejas pela primeira vez em sua história foram rejeitadas como “notícias falsas” nesta semana. Notícias na imprensa egípcia afirmaram em 4 de maio que a Arábia Saudita havia feito um acordo com o Vaticano para construir igrejas para “cidadãos cristãos.”
Mas o Vaticano depois negou que tal acordo tenha sido feito, e o jornal Egypt Independent, a fonte original da reportagem, removeu o artigo de seu site.
O jornal havia originalmente declarado que a Liga Mundial Muçulmana, uma organização financiada pelo governo saudita e que promove os ensinamentos islâmicos, havia assinado o acordo com o cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso.
A reportagem não afirmou se alguma igreja seria construída na própria Arábia Saudita.
A Arábia Saudita segue uma estrita interpretação wahhabi do islamismo e é impossível para qualquer um que viva no país praticar abertamente o Cristianismo. Há centenas de milhares de cristãos de outras nações, como as Filipinas, outras partes da Ásia ou países africanos, que vivem e trabalham na Arábia Saudita. Mas eles são obrigados a se reunir em casas particulares para adorar e arriscar assédio, prisão e deportação se forem pegos fazendo isso.
Só Deus sabe o número de cidadãos sauditas que são cristãos. Como convertidos do islamismo, eles correm risco de serem executados por apostasia e, portanto, a maioria é de crentes secretos.
As leis administrativas do Reino da Arábia Saudita declaram que sua constituição é o “Alcorão Sagrado e as tradições do Profeta [Maomé],” e o sistema judicial opera com base numa interpretação estrita da lei sharia, que oficialmente impõe a pena de morte para qualquer cidadão muçulmano que se converta ao Cristianismo. Homens e mulheres adultos estão sujeitos à pena de morte por se apostatarem do islamismo sob a forma sunita hanbali da lei sharia praticada na Arábia Saudita.
Então, se tivesse realmente existido o acordo, como informado, de que a Arábia Saudita permitiria templos de igrejas para “cidadãos cristãos,” a questão teria surgido se tais cidadãos cristãos sauditas se revelariam para o público.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do International Christian Concern: Saudi Arabia Will Not Allow Churches to be Built
Leitura recomendada sobre a Arábia Saudita:

26 de maio de 2018

Detido por horas pela polícia enquanto homens cuspiam no nome de Jesus. Meu dia em Jerusalém


Detido por horas pela polícia enquanto homens cuspiam no nome de Jesus. Meu dia em Jerusalém

Michael L. Brown
Comentário de Julio Severo: Michael L. Brown, um dos maiores líderes judeus messiânicos dos EUA, viajou a Israel para participar em Belém da Conferência Cristo no Posto de Controle. Embora essa conferência seja de cristãos palestinos da Teologia da Libertação (inclusive com o próprio presidente dessa conferência tendo já visitado o Brasil), Brown vai representar a postura conservadora. Enquanto está em Jerusalém, ele deu testemunho público de Jesus, tendo de ficar várias horas numa delegacia de polícia por causa de acusações infundadas de judeus ortodoxos, que odeiam Jesus e os cristãos. Pelo fato de que Brown é conhecido nos EUA, isso pode ter ajudado para que ele não permanecesse muitas horas mais na delegacia e até fosse deportado, pois normalmente uma das imposições feitas aos turistas evangélicos em Israel é NÃO FALAR DE JESUS. (Você pode ler mais sobre liberdade cristã em Israel neste link.) Contudo, como não falar dEle? Brown agiu certo. Em tempo e fora de tempo, em Israel e outras nações, o seguidor de Jesus não pode deixar de falar dEle. Leia o artigo de Brown no WND (WorldNetDaily):
Estou escrevendo no silêncio do meu quarto de hotel em Jerusalém à meia-noite, mas hoje não foi nada tranquilo. (Se você é impaciente e quer pular à frente, assista a este curto vídeo em inglês agora. Você verá que as coisas ficaram muito intensas.)
Eu estava com uma pequena equipe em uma área mista em Jerusalém, obtendo imagens de vídeo para usar na TV cristã. Algumas das pessoas eram muito religiosas, outras mais seculares. Mas meu objetivo era entrevistar os judeus mais religiosos e, se eles estivessem interessados em conversar mais, conectá-los com alguns crentes locais.
Não demorou muito e alguns dos judeus religiosos começaram a gritar “Missionários!” Nesse ponto, encerramos as entrevistas, não querendo criar uma cena.
Mas quando tentamos sair em silêncio, um agitador começou a me seguir gritando “Missionário!” no mercado lotado. Outros judeus ultra-ortodoxos então se juntaram a ele e começaram a me cercar e me desafiar.
Naquela altura, decidi que essa era a oportunidade perfeita para compartilhar minha fé com ousadia e clareza. Eu já tinha alguém oferecendo publicidade gratuita (embora em voz alta e muito negativa). Eu disse a eles que, sim, claro, eu acredito em Yeshua (Jesus), e sim, eu ainda sou judeu.
Virei-me para os espectadores, muitos dos quais não eram religiosos, perguntando-lhes: “Isso é ilegal? É ilegal eu pregar abertamente aqui? É ilegal um judeu acreditar em Jesus?”
É claro, eles me disseram, que não era ilegal. Um deles até me perguntou: “Você apoia Trump?”
Quando eu disse sim, ele me elogiou para a multidão que estava assistindo. Sério. (Falarei mais sobre isso em outro artigo, mas você ficaria surpreso em saber o quanto o presidente Trump é respeitado por muitos israelenses.)
Quanto aos judeus ultra-ortodoxos que me cercaram e gritaram comigo, você tem de ver as coisas do ponto de vista deles. O que eles leem sobre Jesus em sua própria literatura lhes diz que ele era um enganador que fazia milagres pelo poder da bruxaria. Eles acreditam que ele levou as pessoas para longe do único Deus verdadeiro. E eles o associam diretamente ao Holocausto e ao sofrimento dos judeus ao longo da história.
É por isso que um deles (capturado no vídeo) gritou em hebraico: “Não acreditamos em Yeshua,” e depois cuspiu no chão.
Quanto a mim, aos olhos deles, eu estava ainda pior. Eu não era apenas um missionário, mas também uma fraude, já que eu ainda afirmava ser judeu. Como meu coração sente pena desses homens!
Eventualmente, depois que o agitador principal continuou nos perseguindo, eu decidi que a última coisa que ele faria seria nos expulsar. Então, enquanto ele gritava, eu permaneci e compartilhei minha fé.
Mas ele ligou para a polícia, alegando (falsamente) que eu estava infringindo a lei. E então, quando ele empurrou o celular dele para o meu rosto (literalmente) e eu o afastei, ele começou a gritar que eu o ataquei. Sério!
Finalmente, duas policiais chegaram e, por causa das acusações dele, tivemos de ir à delegacia local. Todo o processo levou cerca de quatro a cinco horas, com a maior parte do tempo gasto sentado sem telefone, sem fazer nada. (Claro, eu estava orando em silêncio e agradecendo a Deus por este dia especial, também orando pelo meu acusador, que ficou sentado na minha frente o tempo todo.)
O grande problema para mim foi que eu sou fluente em hebraico bíblico, mas fraco no hebraico moderno, então não entendi muito do que meu acusador estava dizendo e estava preocupado que eu não conseguiria explicar as coisas claramente aos policiais.
Finalmente, um interrogador chegou, passando cerca de 20 a 30 minutos com meu acusador, e depois me entrevistando. A essa altura, tínhamos esse mesmo vídeo no YouTube, para que ele pudesse ter uma ideia do que estava acontecendo. E ele entendeu completamente que eu não fiz nada errado ou ilegal.
Então ele me perguntou: “Você é um missionário?”
No mundo dos judeus, especialmente em Israel, o termo “missionário” tem conotações muito ruins. Mas já que eu tinha deixado claro para ele que eu era um crente público e destemido em Jesus e que eu compartilho minha fé com o meu povo, respondi afirmativamente.
Para minha surpresa e alegria, ele disse: “Tudo bem. Missionários são bons!”
Poucos minutos depois, com um sorriso e sem qualquer papelada para levar comigo, ele me disse que eu poderia ir.
Agora, fazia muitas horas desde que meu telefone fora tirado de mim, então Nancy e minha família, minha equipe de ministério e amigos não tinham ideia de onde eu estava ou dos detalhes do que aconteceu. Mas, quando saí da delegacia, antes de ligar para casa e contar o caso completo, fui recebido por mais três judeus ultra-ortodoxos. Um deles gritou “missionário” e tirou minha foto com o celular. Eu o cumprimentei com um grande sorriso.
Outro disse com um sorriso: “Então Michael Brown agora é violento?” (Parece que ele já me conhecia!) Eu ri com ele, percebendo que ele sabia que a história era falsa.
Então ele me disse: “Você deveria levar esta mensagem para a Belém.”
Eu disse: “Estou indo lá este fim de semana para falar numa conferência polêmica e antissionista como um amigo de Israel!”
Ele respondeu: “Eu sei!”
E então, perguntando se ele poderia voltar para o hebraico (já que estávamos falando em inglês), ele disse: “Apenas nessa ocasião, desejo-lhe sucesso!”
Que dia em Jerusalém!
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Detained for Hours by the Police As Men Spit on the Name of Jesus. My Day in Jerusalem
Leitura recomendada:
Outros artigos de ou sobre Michael Brown:

25 de maio de 2018

Homossexual especialista em psiquiatria infantil condenado por posse de pornografia infantil


Homossexual especialista em psiquiatria infantil condenado por posse de pornografia infantil

Doug Mainwaring
NORUEGA (LifeSiteNews) — Um especialista em psiquiatria infantil que se tornou pai de dois filhos do sexo masculino por meio de mães de aluguel foi condenado por possuir aproximadamente 200.000 imagens de pornografia infantil em seu computador.
Jo Erik Broyn
O Dr. Jo Erik Broyn, o renomado psiquiatra infantil que foi recentemente revelado como tendo coletado pornografia pedófila, liderou investigações e forneceu testemunho especializado em casos de abuso infantil.
O Christiancoalition.world informou:
Nesta semana, um caso de proporções gigantescas atingiu o sistema judiciário, político e dos Conselhos Tutelares da Noruega: o Dr. Jo Erik Brøyn atuou como psiquiatra infantil por 20 anos com funções especiais como “especialista” no infame Barnevernet (Conselho Tutelar) da Noruega.
Ele atuou durante vários anos como um dos 14 profissionais da “Comissão de Especialistas de Crianças” da Noruega, nomeada pelo Ministro da Infância e Igualdade (até janeiro de 2018: Lar Senhorita Solveig do Partido Progressista) e administrada pela Administração Governamental dos Direitos Civis. Essa comissão tem mandato para fornecer os controles necessários de todas as avaliações profissionais feitas por psicólogos nos casos dos Conselhos Tutelares.
“Barnevernet” é o problemático sistema de conselhos tutelares da Noruega, que tem um longo histórico de excessos, mas a presença de um homossexual pedófilo na “Comissão de Especialistas de Crianças” levanta sérias dúvidas sobre a possibilidade de um tipo diferente de negligência por parte dessa agência.
A reportagem do Christiancoalition.world continua:
As atividades sexuais do Dr. Brøyn são uma coisa.
Mas muito mais importante é que tal homem tenha tido a oportunidade de ser um líder de investigações sobre abusos sexuais de crianças.
Na opinião da KKN, esse é um assunto para investigações políticas e policiais completas, muito além do que abrangeu a condenação do Dr. Brøyn. Provavelmente, devem ser tomadas medidas sérias contra: 1) a diretora do BUFDir, a Sra. Mari Trommald, 2) a representante das Crianças, Dra. Anne Lindboe, e 3) a antiga Ministro das Criança e da Igualdade (2013-2018), Sra. Solveig Horne. Elas têm que assumir a responsabilidade por sua flagrante negligência e possível acobertamento.
O Christiancoalition.world concluiu:
A Noruega persegue pais excelentes que têm falhas normais, mas os grupos elitistas de “especialistas” dentro da liderança e administração de Barnevernet e ambientes relacionados acobertam e defendem as práticas e valores macabros que vêm acontecendo há anos. Basta!
Traduzido por Julio Severo do original em inglês de LifeSiteNews: Homosexual child psychiatry expert convicted of child porn possession
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24 de maio de 2018

O novo filme da Marvel Pantera Negra: cheio de memes racistas


O novo filme da Marvel Pantera Negra: cheio de memes racistas

James Tennant
Lembro-me de ir até a loja da esquina para gastar minha mesada em gibis. Dava para você comprar oito por um dinheirinho naquela época. A maioria dos meus amigos também eram colecionadores; mamãe costumava nos encontrar negociando na entrada de casa.
A Marvel foi revolucionária ao introduzir painéis de imagens assimétricas e ângulos cinematográficos estonteantes. O trabalho de ilustradores exclusivos como Jack “King” Kirby e Jim Steranko explodia nas páginas, levando-nos a fantásticos mundos de super-heróis e vilões nefastos.
As estórias da Marvel eram mais sofisticadas e o roteiro era mais ousado do que o que a DC Comics tinha extravagantemente para oferecer na época. Ainda assim, o bem inevitavelmente triunfava sobre o mal e o amor pelo país brilhava. Isso refletia o espírito daquela época. Era, creio eu, um ambiente saudável para um menino crescer.
Recentemente, a ótica convincente do CGI lançou o mundo dos quadrinhos nas grandes telas do cinema, projetando-nos diretamente em suas realidades alternativas. Embora eu goste desse meio, relembro aquelas antigas páginas impressas em meio-tom. Sinto falta do velho espírito lá. Pois um novo espírito que não admira a América ou a percebe como uma força do bem no mundo permeia muito do entretenimento americano. Os filmes americanos frequentemente defendem aqueles que veem a América meramente como um agente de opressão. O Pantera Negra é um desses embaixadores.
O personagem que é o centro do show é o governante de uma nação africana tecnicamente avançada chamada Wakanda. O Rei T’Challa é transformado no superpoderoso Pantera Negra através de um ritual ocultista e ele usa a tecnologia futurista de seu reino para equipar seu alter-ego.
Apesar de comentar sobre o apoio do Pantera Negra às religiões pagãs, a entidade evangélica Focus On The Family recomenda esse filme por suas mensagens sólidas, “elogiando o serviço aos outros, a importância da unidade global (vindo de um site cristão, um endosso alarmante) e a importância da paternidade.” Muitos outros sites dão resenhas elogiosas, enquanto poucos comentam suas conotações racistas.
E sim, o racismo desse filme pode facilmente passar despercebido, não sendo tão evidente quanto, digamos, uma pregação de Jeremiah Wright ou uma palestra sobre “privilégio branco” na Faculdade Oberlin. Por exemplo, quando a irmã de T’Challa se refere ao agente branco da CIA, Everett Ross, como “colonizador,” seus ouvidos podem levemente sentir o erro. Mas estamos tão acostumados com as narrativas da vitimologia negra que é fácil passar o preconceito racial de Shuri como justificado, ou pelo menos como um mero aparte da história, sem importância.
Mas o racismo no Pantera Negra é realmente periférico? Afinal, a questão que confronta os principais antagonistas é se Wakanda deveria usar seu poder para resgatar os negros do mundo de seus opressores (como entendemos, brancos). Essa narrativa progressista comum, de que os negros americanos são oprimidos pelos brancos, fornece o pano de fundo filosófico para esse filme. Para os personagens negros do filme, essa narrativa é tão verdadeira quanto a gravidade, e o que é essencial para sua autorrealização: guerreiros lutando contra as forças da opressão branca.
Então, eu acho que é ingênuo subestimar o efeito dos memes aparentemente inofensivos que Pantera Negra difunde em todo o auditório. O pessoal bem-intencionado de Focus on the Family não conseguiu notar isso. Aqueles que estão ansiosos que um filme “negro” seja bem-sucedido não comentaram o assunto. Mas aqueles que adotam a narrativa de que a América é um país racista entenderam a mensagem alto e claro.
Por exemplo, em entrevista ao jornal The Guardian, o ator Chadwick Boseman, que interpreta T’Challa no filme, diz sobre o Pantera Negra: “É uma história que não deixa ninguém de fora. Tome Wakanda, esta nação tecnologicamente avançada que nunca foi conquistada ou escravizada. O filme pergunta: bem, se você nunca foi colonizado, então o que você estava fazendo enquanto isso estava acontecendo com o resto da África? Você tinha de estar vigiando, certo?” Embora ele professe não deixar ninguém “de fora” ao confessar que, talvez os africanos pudessem ter feito algo mais para combater a escravidão de seus vizinhos, ele pula por cima do fato de que foram em maioria esmagadora os próprios africanos que escravizavam outros negros. Como já escrevi antes, a escravidão era um elemento básico das culturas africanas muito antes da chegada dos europeus e continuou muito tempo depois da abolição no Ocidente. Aliás, a abolição desse comércio foi alvo da luta dos europeus em meio a uma resistência ferrenha das nações africanas que não viam nada de imoral nessa prática. Se nenhum europeu tivesse pisado no continente africano, a história da África ainda seria de escravidão e exploração.
Não pretendo diminuir o efeito que o envolvimento europeu no comércio de escravos teve sobre as nações africanas, mas tampouco deveria ser inflado.
Numa entrevista ao site The View, Lupita Nyong’o, que interpreta o interesse amoroso de T’Challa no filme, diz: “Nós viemos de um continente de grande riqueza, mas um continente que foi abusado e explorado. Então, muitas vezes o que o colonialismo fez foi reescrever a nossa história.”
Aparentemente, intrusos estrangeiros são responsáveis pelo fato de que a África não se tornou o bastião da genialidade tecnológica, do ambientalismo e do igualitarismo de gênero que estava destinada a ser.
“Wakanda é especial porque nunca foi colonizada, então o que podemos ver lá para todos nós é uma re-imaginação do que teria sido possível se a África tivesse sido livre para se realizar sozinha.”
Ironicamente, é Nyong’o que está reescrevendo a história. Uma imagem mais realista de uma Wakanda imaculada pela colonização lançaria o Rei T’Challa como um tirano implacável, enriquecendo-se às custas de sua população escrava e se engajando em guerras intermináveis de engrandecimento pessoal com seus vizinhos. Longe de ser “o que teria sido possível se a África tivesse sido livre para se realizar,” a Wakanda retratada por Pantera Negra é um produto do pensamento progressista ocidental — apenas uma utopia inspirada no neomarxismo em roupagem africana.
Da mesma forma, Joy Notoma, do site esquerdista Huffington Post, observa com satisfação a referência de Pantera Negra à arte roubada do povo Edo de Benin, na Nigéria. De alguma forma, ela nunca chega a mencionar que os governantes africanos do Benin e as áreas vizinhas venderam cerca de dois milhões para a escravidão — seu próprio povo e os de outras nações — durante a era do comércio de escravos através do Oceano Atlântico. Ela menciona a heroica luta do Reino de Daomé contra os invasores franceses, mas não que Daomé e seus vizinhos ao longo da costa enviaram um número similar de vítimas durante a época desse “ataque à liberdade negra” (o tráfico de escravos). O artigo dela, que ordena que os negros percebam seu “elo essencial,” parece irônico sob essa luz. “[Mas] fingir que não estamos conectados é concordar com a essência psicológica da supremacia branca, que é em grande parte a fonte de nossa fragmentação.” Ela quer dizer que a razão pela qual os africanos vêm massacrando e escravizando uns aos outros por milênios é por causa dos brancos? É triste que, para Notoma, a unidade dos negros deva ser alvo de luta através do menosprezo de outra raça.
Pantera Negra avança sua agenda de fortalecimento dos negros pelos mesmos meios — fazendo os outros de bodes expiatórios.
Na verdade, nenhuma raça era inocente na questão da escravização e “pilhagem” da África. Então, por que propagar a narrativa de que os africanos eram alvos inocentes da maldade dos brancos? Por que essa ideia é tão atraente?
Eu acho que existem várias respostas para essa pergunta. Uma é, numa sociedade cada vez mais à esquerda, onde os dogmas marxistas prevalecem e o status de vitimização santifica, muitos buscam nessa narrativa um meio de poder e avanço. Além disso, para as elites progressistas, essa narrativa fornece uma arma para desmantelar a estrutura da sociedade americana e promover as esperanças da “transformação fundamental” que elas tanto anseiam. Nenhuma perspectiva promove soluções para os problemas reais que afetam as comunidades negras.
Em “The Antidote: Healing America From the Poison of Hate, Blame and Victimhood” (O Antídoto: Curando os EUA do Veneno do Ódio, Culpa e Complexo de Vítima), o autor Rev.Jesse Lee Peterson, que trabalha com adolescentes negros americanos em situações de risco, fala de jovens negros órfãos forçados a se defenderem por si mesmos, ao mesmo tempo em que suportam a ira de mães amarguradas abandonadas pelos maridos. Isso gera filhos feridos e revoltados, e essa raiva é atiçada por oportunistas raciais esquerdistas e pela mídia bajuladora, ideologicamente comprometida, mas historicamente analfabeta. Peterson entende a raiva deles porque ele já esteve no lugar deles.
Sobre a garoto-propaganda da opressão racista, Michael Brown, Peterson escreve: “Numa época em que a ausência do pai é epidêmica em toda a cultura dos Estados Unidos, muitos jovens brancos não entram no mundo mais bem preparados do que Michael. Há, porém, uma diferença entre os adolescentes brancos e garotos como Michael, uma diferença fatal. Michael tinha uma desculpa para suas falhas que eles não tinham. Michael era negro. Desde que ele era um garotinho, as pessoas ao redor de Michael estavam lhe dizendo que o homem branco oprimia o homem negro. Ele ouviu isso em casa, entre amigos, na televisão, na escola e talvez até na igreja.” Como muitos outros negros, ele transferiu sua raiva de seu lar desajustado e lançou tudo em cima das pessoas brancas. Então foi um jovem perdido e muito revoltado, cheio de drogas, que atacou o caixa branco da loja de conveniência, roubou seus charutos e saiu para enfrentar o policial Darren Wilson (outro agente da opressão) naquela fatídica manhã de agosto de 2014.
Apesar das evidências em vídeo que mostraram Michael atacando o caixa da loja, apesar do conturbado histórico de vida de Michael, apesar do testemunho de testemunhas oculares e todas as provas forenses do tiroteio, a mídia progressista e os oportunistas raciais esquerdistas espalharam a narrativa de que Michael havia levantado as mãos para não atirarem e de que ele era um negro “gigante gentil” abatido a sangue frio enquanto tentava se render a um policial racista branco.
O ministro da Justiça Eric Holder, embora bem ciente dos fatos do caso, atiçou a conflagração racial, declarando: “Há um legado permanente que Emmett Till deixou conosco que ainda temos de enfrentar como nação.”
(Lembre-se: Emmett Till era o jovem negro de 14 anos assassinado em 1955 por supostamente flertar com uma mulher branca. Seus assassinos foram injustamente absolvidos).
Por um lado, Holder transferiu a culpa pela morte de Michael para a instituições estatais “opressivas,” absolvendo aqueles que o criaram e moldaram seu caráter. E, por outro, ele promoveu a narrativa de uma América racista que nunca mudou.
Talvez esse estratagema de colocar a culpa por todos os problemas da comunidade negra em gente de fora e pedir a abolição de tudo o que seja branco seja batizado como a tática de Pantera Negra já que o filme segue o mesmo roteiro, informando que “o homem branco oprimia o homem negro” e que a América precisa ser transformada de acordo com os desígnios da visão progressista utópica (imaginada por Wakanda nesse caso).
Sim, a América precisa ser transformada. No final do filme, T’Challa diz: “Os sábios constroem pontes enquanto os tolos constroem barreiras.” O jornal Guardian perguntou a Boseman se isso poderia ser visto como uma referência ao tipo de barreiras que “mantêm os mexicanos de fora dos EUA.” Esse foi o grande discurso anti-Trump de T’Challa? O ator riu e respondeu: “Eu acho que é.”
Então, Boseman vê Pantera Negra como um ataque contra a ideologia representada pelo presidente Trump, a ideia da bondade e excepcionalidade da América promovida pelos velhos heróis de gibis como o Capitão América, uma realidade física defendida pelo muro entre EUA e México, uma realidade que deve ser derrubada.
Outros progressistas também entendem isso. O ativista Frederick T Joseph criou uma campanha do GoFundMe para ajudar as crianças do Harlem a enxergar “a retórica e o racismo do governo Trump.” Ele diz: “Essa apresentação é realmente fundamental para os jovens, especialmente aqueles que são frequentemente carentes, desprivilegiados e marginalizados nacional e globalmente.”
Do presidente Trump, ele diz: “Seu racismo, sexismo e idiotices são, na verdade, muito americanos.”
Deixando de lado a observação irônica de que a utópica Wakanda que ele elogia é um país com muros, contrário à imigração, racialmente homogêneo e antidemocrático, parecido muito com o que o presidente Trump é acusado de querer construir, as crianças patrocinadas sairão com um novo sentimento de “necessidade de unidade global,” como acredita Focus on the Family, ou será que eles vão se deixar levar por uma filiação tribal à “pátria mãe” (Boseman) e um desprezo militante pela América? Eu acho que está claro em qual direção a esperança de Joseph sopra.
O site esquerdista Variety.com está também participando desse esquema: “Claro, Wakanda não existe, mas os europeus exploraram o continente africano de tal forma que nunca saberemos a extensão do que a África poderia ter ensinado ao mundo. (Não é de se estranhar que os wakandanos se refiram pejorativamente aos brancos como ‘colonizadores,’ um termo insultuoso não irracional que com certeza fará parte do vocabulário nacional americano daqui em diante.)”
Mais uma vez, ver negros por aí chamando brancos de “colonizadores” soa como uma receita de “esperança e reconciliação” (conforme disse Focus on the Family) ou soa como uma tática que tem a intenção de destruir os EUA? Será que Variety ficaria cheia de entusiasmo pelos brancos se eles se referissem aos negros pelo “termo insultuoso não irracional” de “traficante de escravos” ou denunciaria isso pelo que é: racismo?
Previsivelmente, no final, T’Challa decide oferecer educação científica avançada aos negros americanos oprimidos, realizando assim seu resgate de sua miséria imposta pelos brancos. É claro que, insinuar que negros americanos pobres estão sendo privados de educação escolar mascara os verdadeiros problemas que eles enfrentam tão certamente quanto a sede de holofotes de Holder. A necessidade imediata de os rapazes jogando basquete nas áreas de lazer de Oakland não é uma instrução em ciência; sua real necessidade é de famílias intactas e uma renúncia à narrativa da vitimização negra. Mas o Pantera Negra não pode renunciar ao seu credo de vitimização negra sem abandonar sua visão de mundo progressista. Por isso, o filme não é capaz de oferecer soluções reais para os problemas negros, assim como o Presidente Obama não conseguiu reduzir a carnificina no sul de Chicago.
Lembre-se do espetáculo de Louis Head pairando acima de uma multidão bêbada gritando “Queime esta puta! Queime esta cadela!” em justa raiva pela morte do enteado (ou ele era apenas o filho de sua namorada, ninguém sabia ao certo) que ele não queria. A mãe de Michael, Lesley McSpadden, que havia aparecido antes de Head na plataforma, juntou-se a ele para projetar mágoa profunda no que se tornara agora uma multidão desordeira; mágoa pela morte de um menino que na verdade vivia com a avó para fugir do ambiente cheio de más influências de sua casa. Michael vivera em lar destruído após lar destruído e crescera sentindo-se mal-amado e amargo. Em vez de balançar um punho acusador contra a América “racista” pela trágica morte de Michael Brown, eles deveriam estar se olhando no espelho e considerando sua própria cumplicidade, assim como todos os outros instigadores de incêndio que acreditam que ele levantou as mãos e pediu para não atirar. Como deveria ter feito Eric Holder.
Como deveria ter feito Pantera Negra. Embora não sancione a incendiação de Ferguson, Missouri, desde que forneça um álibi para o racismo negro e o baixo desempenho, a iniciativa de educação científica de T’Challa será inútil. A vitimização perpétua oferecida apenas manterá as crianças negras presas no ciclo de violência e pobreza, bucha de canhão para a guerra progressiva contra os Estados Unidos.
Seria maravilhoso se todos fossem ensinados sobre a história sórdida da colonização e escravidão africana, a fim de eliminar qualquer postura moralista do nosso discurso, preto e branco.
Embora haja valor em apresentar esses tópicos a partir da perspectiva neomarxista de autojustiça das elites negras americanas modernas, é maligno permitir que os descontentes dos Estados Unidos explorem a questão racial sem refutação, como faz Pantera Negra. Qualquer tentativa de reconciliação racial deve ter como base a verdade, não bodes expiatórios racistas.
Sim, sinto falta do velho espírito nas revistas em quadrinhos. É uma pena que a Marvel, que teve uma influência historicamente patriótica e positiva na sociedade americana, esteja agora popularizando essas narrativas tendenciosas que têm a intenção de promover a divisão.
O Capitão América ficaria horrorizado.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do BarbWire: The New Marvel Black Panther Movie: Full of Racist Memes
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23 de maio de 2018

Governo sueco distribui panfleto “esteja preparado para a guerra” para todas as casas da Suécia


Governo sueco distribui panfleto “esteja preparado para a guerra” para todas as casas da Suécia

Julio Severo
O governo sueco está entregando um panfleto de emergência para todas as casas, para preparar milhões de cidadãos para guerra, desastre natural ou um ataque cibernético, em meio a crescentes tensões entre a Rússia e a OTAN.
Intitulado “Se uma Crise ou Guerra Chegar,” o panfleto do governo é publicado em 13 idiomas (para servir à grande variedade de invasores islâmicos que o governo sueco insiste em tratar como “refugiados” e imigrantes inocentes).
O documento de 20 páginas descreve com ilustrações simples as ameaças que o país nórdico enfrenta, como conflitos militares, desastres naturais, ataques cibernéticos e terroristas.
A última vez que tal panfleto foi impresso foi em 1961 durante a Guerra Fria. Embora o panfleto recente não aponte para nenhum país, seu lançamento ocorre em meio a temores de um conflito aberto entre a OTAN e a Rússia por causa das atividades militares da OTAN se expandindo e ameaçando a Rússia em suas fronteiras. (Em vez de ameaçar o Islã, a OTAN está mirando a Rússia. Em vez de proteger a Europa do islamismo, a OTAN está desperdiçando seu tempo e energia demonizando a Rússia.)
A Suécia, que não é membro da OTAN, não compartilha uma fronteira com a Rússia. Mesmo assim, imitando a OTAN, o governo sueco anunciou em março do ano passado que iria reintroduzir o serviço militar compulsório já neste verão, sete anos depois de ter sido abolido.
Na segunda-feira, o primeiro-ministro Stefan Lofven e o rei da Suécia, Carl XVI Gustaf, anunciaram a primeira criação de um regimento sueco desde a Segunda Guerra Mundial, localizado na ilha de Gotland, em “um sinal claro” das prioridades do governo sueco.
“Estamos mostrando que temos músculos militares,” disse Lofven ao jornal Aftonbladet.
Ele deveria dizer e usar “músculos militares” para as hordas islâmicas que estão estuprando meninas e moças suecas!
O Instituto Gatestone publicou um relatório intitulado “Suécia: Capital dos Estupros do Ocidente.” Há numerosos outros relatórios sobre tais estupros.
No entanto, o governo sueco não publicou nenhum panfleto “esteja preparado para a guerra” para todas as casas na Suécia sobre a crise de estupros.
Aliás, não se pode mencionar na Suécia que há uma ameaça islâmica, pois você é ameaçado de prisão. Não se pode mencionar que as meninas e jovens suecas estão sendo muito mais do que ameaçadas pelos muçulmanos: elas estão sendo estupradas, em uma escala sem precedentes, pelos muçulmanos. Se você mencionar a situação terrível de meninas e moças, você é censurado e ameaçado pelo governo e pela mídia. Você é rotulado como racista.
Embora a Rússia não esteja estuprando meninas e moças suecas e não esteja representando a ameaça real que os muçulmanos já estão representando para a Suécia, o governo e a mídia sueca concedem abundante liberdade de expressão para as pessoas denunciarem a “ameaça” russa. Mas não concedem tal liberdade de expressão para denunciar estupradores islâmicos, que têm praticamente monopólio dos estupros na Suécia.
A Rússia se tornou um bode expiatório? Os muçulmanos estão colocando em risco as meninas e jovens suecas, mas a ameaça “real” é a Rússia? O governo e a mídia sueca foram atingidos por alguma espécie de doença mental e delírio?
A questão não é “Se uma Crise ou Guerra Chegar.” A crise já chegou. Ou os estupros em massa de meninas e jovens suecas não são crise? Ou ser a Capital dos Estupros do Ocidente não é crise?
A questão não é se há uma ameaça de invasão. A Suécia já foi invadida, mas, em vez de se preocupar com essa invasão real, a Suécia está preocupada com uma invasão ilusória.
Parece piada, mas não é. Enquanto milhares de meninas e jovens suecas são estupradas em solo sueco por invasores islâmicos, a o governo e a mídia sueca estão criando sua própria fantasia com que se preocupar. A realidade é um pesadelo assustador demais para que apliquem suas preocupações? Como o avestruz, eles preferem enfiar a cabeça na areia e pensar na Rússia do que enfrentar a realidade brutal de estupradores islâmicos que já invadiram sua nação?
Vamos comparar a hipótese de uma invasão russa com uma verdadeira invasão islâmica na Suécia:
Invasão islâmica:
* Enquanto os invasores muçulmanos não realizaram uma invasão completa, a Suécia é a capital europeia dos estupros. Quando os muçulmanos realizarem uma invasão completa, a Suécia será a capital mundial dos estupros.
* O cristianismo em todas as suas formas será banido pela lei islâmica e os cristãos serão punidos com a morte.
* O feminismo e a homossexualidade serão banidos e punidos com morte. Lindas meninas e moças loiras serão meras empregadas sexuais e serão sistematicamente estupradas em haréns islâmicos.
A “ameaça” de uma invasão russa:
* A ideologia de gênero, a agenda homossexual e a agenda feminista serão derrotadas, sem que ninguém seja morto como castigo. A propaganda homossexual para crianças e adolescentes será proibida, exatamente como é proibida na Rússia. Mesmo sem tal invasão, a Rússia condenou um programa infantil sueco que usa personagens vestidos em roupas de órgãos sexuais.
* Cristãos não serão mortos.
* O maior problema seria que a Rússia restringiria a Igreja Luterana, que é a igreja tradicional na Suécia, e a substituiria por sua própria igreja cristã, a Igreja Cristã Ortodoxa. Embora eu prefira a Igreja Luterana, vamos aos fatos: a Igreja Luterana Sueca, que está sendo abandonada pelo povo sueco, vem adotando pastores feministas e homossexuais e tem sido covarde em sua responsabilidade de denunciar a invasão islâmica na Suécia. Assim, uma hipotética invasão russa poderia ajudar muito a Suécia a resistir à invasão islâmica.
Se o efeminado governo sueco e a efeminada Igreja Luterana estivessem preocupados com o bem-estar do povo sueco, eles estariam advertindo contra a invasão islâmica e armando, com armas reais e informações, suas mulheres contra os invasores islâmicos, em vez de enfiarem a cabeça na areia para se ocuparem com uma invasão russa imaginária.
Curiosamente, o panfleto “Se Crise ou Guerra Vem” diz: “Se a Suécia for atacada, é necessária resistência.” A Suécia já foi atacada, mas não tem havido nenhuma resistência contra os estupradores islâmicos que vêm atacando meninas e mulheres suecas.
Uma Suécia não efeminada proibiria a imigração islâmica, puniria severamente os muçulmanos pela epidemia de estupros e deportaria todos os muçulmanos pela mínima transgressão.
Portanto, o povo sueco não deveria acreditar na propaganda de “avestruz” de que a Rússia conservadora quer invadir a Suécia esquerdista. Eles deveriam pressionar o governo e a mídia esquerdista covarde a mirar nos estupradores muçulmanos que já invadiram a Suécia. Ou, no que se refere a invasores muçulmanos, o povo sueco se tornou mais efeminado do que seu governo?
Com informações do DailyMail.
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